Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


segunda-feira, novembro 19, 2012

A sombra do teu cílio (Guacira Maciel)

A sombra do teu cílio
pousada suavemente
na seda cinza dos teus olhos
induzem a profundos azuis

entre a eternidade
e o fugaz momento
me traz o teu sorriso
nem alegre nem triste
e me encaminha
a sonhos reclusos
plenos de promessas
nem perto nem longe
mas imprecisas

 como as brumas

4 comentários:

O Sibarita disse...

Ô dona moça! Belo poema, mas, sorria, viu?

Toda sombra se desfaz num novo sol...

O Sibarita

Guacira Maciel disse...

rsss...(esse serve?)
Gpoetica

Guacira Maciel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
O Sibarita disse...

kkkkkkkkkkkkkkkk Claro que serve sua menina!

Tá meio tímido mais já é um bom inicio, na hora que fizer kkkkk ai já viu, né? será toda alegria, repare... kkkkkkkkkkkkkkkkkk

O Sibarita