Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


domingo, dezembro 09, 2012

Me deixa ser...(Guacira)

Me deixa ser...ah! me deixa ser o que sou. Me aceita assim... me permite voar o meu vôo. Me deixa ser...me deixa viver na lua, minguante, crescente até cheia, bolha de espuma na areia. Me deixa ser...me deixa ser horizonte, onde nunca se pode tocar, além da montanha ou do mar. Me deixa ser...me deixa ser do deserto, miragem, oásis, luar...

Um comentário:

O Sibarita disse...

Tá deixada sim, em nome de Jesus! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Essa menina né brincadeira não, joga bem com as palavras, ô beleza mãe! kkkkk

Guacira, seu belo poema é como se vc quizesse e quer (kkk)criar asas, voar, se perder, se encontrar, se reencontrar, se deixar... Aimôpai! kkkkkk

Que bom, né não fia? Vá seja o que quiser ser, free, livre... andejar por aí, sentir uma brisa nova.

É tempo!

O Sibarita