Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


quarta-feira, junho 27, 2012

IMPULSO...

A crônica IMPULSO, da minha autoria, foi publicada na Revista  Varal do Brasil (Suiça). Acessar http://www.varaldobrasil.com/  nº 16, p.67 (julho/agosto).