Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Bem, é Carnaval... (guacira)

Embora esteja um pouco atrasada nas postagens - e peço desculpas -, não deixei de pensar, de escrever, mas...é Carnaval...

Ainda que, pessoalmente, não tenha participação ativa - essa festa me interessa mais pelo reconhecimento de que é uma importante manifestação cultural que agrega posturas, comportamentos (positivos e negativos) e o pensar contemporâneo, além de valorizar como referência os antigos carnavais - vou aproveitar muito bem o pequeno recesso para descansar num paraiso...Eu disse um paraiso e não no paraiso...rss Sei que vou conhecê-lo um dia, mas ainda entendo que seja cedo. Uma praia linda, onde pretendo descansar, conversar, ler, tomar sol, banhos de mar ( não necessariamente nesta ordem), e o que vier de bom.

Depois eu conto...

Agora, "deixa a festa acabar, deixa o barco correr..."

Desejo àqueles que vão se esbaldar na folia, que o façam com parcimônia e em paz.

Até depois do Carnaval...

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