Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


domingo, setembro 11, 2011

Sintágma (guacira maciel)

Radicalmente arbitrário
o sinal verde
mas o azul ao contrário
arbitrário relativo
tem um ponto positivo
mesmo sofrido e doído
se
relativamente motivado
azul ou verde não importa
cedo ou tarde será prado
e então terá valido
vai é oposição de vamos
mude-se a idéia a exprimir
não buscando exatamente
a unidade buscada
outras tantas hão de vir.

Um comentário:

Um brasileiro disse...

Oi moça. Estive aquino seu blog dando uma espiada. Interessnte. Apareça por la. Abraços.