Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


sábado, julho 30, 2011

Negra Vera (guacira maciel)

Vera negra verdade
negra verdade Vera
verdade Vera negra


negra verdade Vera
verdade Vera negra
Vera negra verdade

verdade negra Vera
Vera verdade negra
negra Vera verdade

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