Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


sexta-feira, abril 30, 2010

A "fraude do aquecimento global" (guacira maciel)

As temperaturas atmosféricas e oceânicas já foram mais altas e mais baixas do que as atuais e a própria humanidade surgiu durante o período Quaternário, o de mais rápidas mudanças climáticas de toda a história da Terra. E antes que os estudos climáticos fossem capturados por uma agenda política, os períodos mais quentes que o atual eram denominados “ótimos climáticos”, pelas evidências científicas de que temperaturas moderadamente mais elevadas que as atuais são benéficas para a maior parte da biosfera, inclusive o Homem.

A fraude do aquecimento global supostamente causado pelo Homem está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembléia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Por trás dela, encontram-se interesses políticos e econômicos inconfessáveis, que, enquanto promovem o aquecimento global como uma nova crença “ptolomaica”, empenham-se em faturar bilhões de dólares com a sua transformação em uma lucrativa indústria.
Por isso, é fundamental que o alarmismo “aquecimentista” seja devidamente neutralizado.
A discussão motivada pelo último relatório do Painel do Clima das Nações Unidas, quanto ao tema da mudança do clima, cria cada vez mais estranhas opiniões. Até o fim do mundo está sendo admitido seguidamente. Mas o fenômeno é tão velho como nosso planeta. Já desde sempre o clima da Terra está sujeito a variações que, em parte, ocorreram de maneira muito mais abrupta e dramática do que os agora geralmente prognosticados. Para o leigo, o debate atual sobre o efeito-estufa e aquecimento global é de difícil compreensão. O autor de bestseller, Kurt G. Blüchel, mostra os atuais caminhos errados, e expondo claramente as reais possibilidades da influência humana.

Nós vivemos hoje em um tempo de mudança. O período climático relativamente estável dos últimos 150 anos poderia chegar, dentro em breve, ao seu fim. Entretanto, os especialistas ainda não concordam sobre o que o futuro traz com mais probabilidade: frio gelado ou calor escaldante. Já os nossos antepassados precisavam suportar oscilações climáticas, deixando tudo o que é profetizado para os próximos cem anos, parecer uma leve brisa de primavera. Há 30.000 anos, o clima local da Europa oscilou, após mudanças das correntes marinhas, diversas vezes por quase dez graus Celsius dentro de uma única década – os homens de Neanderthal teriam gostado de trocar seus problemas de clima com os nossos.

Este medo de uma catástrofe do clima foi provocado principalmente pelo manuseio leviano de dados de medição totalmente insuficientes, aliado à confiança cega na capacidade prognóstica de supercomputadores. Desde então, conferências sobre clima são constantemente estilizadas para acontecimentos políticos grandiosos. Também muitos políticos parecem não ter certeza se, neste caso, trata-se realmente de um cenário global de fim de mundo ou somente de uma nova fonte lucrativa de impostos, que se pode sangrar com mais facilidade neste clima aquecido de debates.
(www.fakeclimate.com.br)

Perplexidade (guaciram maciel)

Sábado, fui andando com minha filha ao supermercado do Rio Vermelho, bairro onde moramos. Foi uma difícil decisão, porque o acesso à nossa rua é feito por uma ladeira de tirar o fôlego – na subida, é claro - porque na descida a gente só falta desembestar quebrando a cara lá embaixo e ainda dizem que pra descer todo santo ajuda...isso lá é ajuda de santo??
Pois é, entramos, compramos primeiro o que estávamos precisando e depois o que não estávamos, como por exemplo, um produto para o cabelo dela; aí, ficamos paradas em frente às prateleiras abarrotadas de produtos mágicos, que faziam as mais mirabolantes e mentirosas promessas. Decidimo-nos por um deles, e finalizamos nossa incursão pelo paraíso cosmético.
Quando, finalmente, chegamos ao caixa, minha filha disse:
__mãe, depois vamos ao caixa eletrônico tirar o dinheiro que você me deve, porque eu quero comprar um cartão para o meu celular.
__Pegue meu cartão do banco e vá lá, enquanto eu pago aqui, respondi.
__Ta bom. Antes, voltou-se para o rapaz do caixa:
__você tem cartão Vivo?
O rapaz olhou-nos de forma incompreensível; tendo no olhar uma interrogação, perguntou perplexo:
__ de quanto é a recarga?
__ De dez (reais), respondeu minha filha.
__Digite o número do celular, por favor.
__ Onde?
__ Aí, na maquininha...
__? Ta bom. Ela obedeceu.
__ Pronto! Disse ele.
__ Quer dizer que a recarga já está registrada no celular? Perguntou ela.
Eu, em total ignorância, permaneci muda.
__ Já! Disse ele, não entendendo nossa surpresa.
__ Você quer dizer, que a recarga foi direto dessa maquininha para o celular? Insisti.
Rindo com simpatia e um pouco de benevolência pela minha evidente ignorância, disse:
__ A senhora não sabia que isso já é possível?
__Nãããoo!...é fan-tás-ti-co!! Meu Deus...é legal, mesmo... Vou escrever uma crônica sobre isso. A-do-reei!! Como é simples, não dá trabalho...eu nem imaginava algo assim, tão simples e tão incrível...
__ É, sim, senhora. Não precisa raspar nada, disse ele.
__ É...Caramba!!... Bem, até logo e obrigada por me tirar da ignorância.
__ De nada, disponha, senhora. Até logo.
E aqui estou eu, ainda perplexa com o avanço da tecnologia, e escrevendo à mão, sobre todo esse progresso. Pode? ?

quarta-feira, abril 14, 2010

Uma tonalidade... (guacira maciel)

Bem...decidi que chega!
Chega de mentira, de enganação, de se ludibriar pessoas crédulas (ou sem educação??), e de manipular suas vidas...
Qual será a nossa capacidade de suportar essas mentiras? Até quando este pais vai fechar os olhos fingindo que tudo vai bem? que estamos vivendo o eldorado? o nosso pais está sendo roubado de nós, diante dos nossos olhos!... Não estamos vendo isto? Este pais é de todos nós; também somos responsáveis pelo que acontece agora. Meu Deus, estamos cegos, ou isso é pura covardia? Somos um país de povo pacífico ou covarde? Há uma enorme diferença entre os dois...
Após assistir um homem de ciência, DR. RICARDO AUGUSTO FELÍCIO (USP), nos abrir os olhos, em uma entrevista, sobre as questões mentirosas acerca do clima da terra, aliás, homens de ciência...homens que passaram (e passam)a vida estudando, e que precisam ter o nosso crédito; eles estão querendo nos abrir os olhos para que enxerguemos no que estão querendo transformar este grandioso país!
Para o Doutor Ricardo, tudo é uma questão de educação (ou falta dela)!

Sou educadora e gosto de escrever poemas...mas, por isso mesmo, me vejo na obrigação de falar o que postei aqui hoje, e peço que acessem os seguintes sites:

www.fakeclimate.com.br e www.midiaamais.com.br e REFLITAM!!

Só um flash do que estão deixando de saber, de aprender; leiam isto aqui...
Dr Ricardo Augusto Felício:
E na calada da noite, no período entre as festas, vemos o governo federal aprovar Leis de Mudanças Climáticas, mesmo com o fracasso total de Copenhague, pois os políticos brasileiros precisam, de qualquer forma, justificar[...], criação de novos impostos e cerceamento dos direitos civis do povo brasileiro. Ainda continuam com a conversa de metas de redução de emissões de CO2 (35 a 40%). Para quê? Ninguém no mundo assumiu nada e nós temos de estabelecer metas? E o pior de tudo: sabemos que tudo isso se baseia numa gigantesca mentira. O CO2 não é vilão de nada, não causa nenhum mal na atmosfera, muito menos aquece a Terra.
Dentre os vários absurdos, tivemos notícia de que [...]:
- Inspetores governamentais de agências fiscalizadoras fecharam diversas empresas (que eles diziam serem fajutas) e que fabricavam as lâmpadas incandescentes de R$1,00. Eram pequenas empresas, mas que a máfia do AGA, através de seus tentáculos, conseguiu colocar fora da “lei”. Vocês devem estar se perguntando: o que isso tem a ver? Simples: as grandes empresas não vão mais fabricar as lâmpadas incandescentes baratinhas "porque gastam muita energia". Só vão vender as caríssimas (e porcarias) fluorescentes de rosca (R$9,00) e as ultracaras LEDs (R$25,00). É assim que funciona: não mais a troca seletiva, voluntária e gradativa de tecnologias, mas a sua imposição por via legal. Quem não tem dinheiro, que fique no escuro! Menos liberdade de escolha e mais um ataque aos menos favorecidos, os mesmos que os políticos dizem defender.
E assim vamos. Enquanto o mundo começa a dizer não ao embuste do AGA, no Brasil não param de acrescentar novos problemas ao cotidiano das pessoas, isolando cada vez mais os que precisam de soluções simples e baratas. Assim são os nossos políticos, de qualquer partido, impondo dificuldades a todos para vender facilidades a alguns; tudo em nome do povo, é claro.

O autor é Professor do Departamento de Geografia-FFLCH/USP e Doutor em Climatologia