Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


domingo, janeiro 24, 2010

Errante (guacira maciel)

Próprio de mim
raízes
erros
auroras
horizontes
abismos
confrontos
vocação pra liberdade
fronteiras
caminhos
possibilidades
contradições.

5 comentários:

Naty disse...

Próprio de nós.
Errantes, porém é assim que devemos ser.
Errantes, mas só basta aprendermos com eles.

Belas palavras, minha amiga.
Estou gostando muito daqui.

Um grande beijo e tenha uma semana iluminada.

Guacira Maciel disse...

Olá, querida...
estive ausente porque estava(ainda estou, agora mais livre)fazendo um curso no Rio de Janeiro.
Na próxima semana estarei de volta a Salvador.
Obrigada por seus sempre generosos comentários ao meu trabalho.Tê-la aqui é uma honra; você escreve com imensa sensibilidade.
Beijo e boa semana.
Guacira.

Uma aprendiz disse...

Oi, Guacira

abri um espaço no meu blog para postar poesias dos amigos. Se me permitir, gostaria de postar algo seu. A seu critério.

beijos

Guacira Maciel disse...

Querida, sem dúvida! muito grata por isso, e fique à vontade para a escolha, porque ela precisará fazer sentido para você.
Um beijo.
Guacira

O Sibarita disse...

Oxente! kkkk Quem não for errante que atire a primeira pedra! Aiaiaiia... kkkkkkkkkkkkkkk

Ao certo, vc colocou para fora em poucas palavras mágicas o ser GUACIRA, muito bom!

Ei, é isso tudo mesmo, é? Ah bom... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

bjs
O Sibarita