Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco, digo adeus aos meus versos que partem para a humanidade. E não estou alegre nem triste; este é o destino dos versos [...]. Quem sabe quem os lerá? Quem sabe a que mãos irão? Fernando Pessoa.

Obs. usando a autonomia que a licença poética e a própria cultura brasileira me permitem, não adoto linearmente essa segunda outorga (arbitrária) da língua portuguesa.


terça-feira, janeiro 26, 2010

Aquece-te... (guacira maciel)

Não te apresses
não dilaceres
o eterno
nas garras fugases
da paixão
na voluptuosidade
não cabe a impaciência
aquece-te
arde
na gradual excitação
que antecede
o amor no ato
fundamental antes
amar
um estado de coragem
colhe a rubra
flor dos sentidos
na surpresa do toque
revelado em Vênus
mas tarde-se o fato...

3 comentários:

Uma aprendiz disse...

Agora que dizes isso?

Já entornei o caldo. kkkkkkkk

Vou aguardar seu OK para postar algo seu no Evite. Estou intercalando amigos e amigas.

beijos

Guacira Maciel disse...

risos...
Isto é um aprendizado...aquece outra e outra e outra vez...sempre!
Beijo.

O Sibarita disse...

Eita! kkkkkkkkk Dona Guacira, para que pressa, né? Divagazinho e sempre... Ô maravilha! kkkkkkkkk

É, não pode ter impaciência, tem que levar o barco na calmaria para que se flua tudo gota a gota nos céus de Vênus! Hummmm kkkkkkkk

Moça, que poesia retada, viu? kkkk

bjs
O Sibarita